
Resíduos e gestão
PGRS: quem precisa e o que deve conter?
Entenda quando avaliar a exigência de PGRS e como organizar resíduos, manejo, responsabilidades e registros da empresa.
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Elaboração de PGRS para empresas: diagnóstico dos resíduos, organização do manejo e definição de procedimentos adequados à operação.

O PGRS organiza a gestão dos resíduos sólidos de uma atividade. Para produzir um plano útil, é preciso conhecer como os resíduos são gerados, separados, armazenados e destinados no dia a dia da empresa.
Levantamos as atividades e os resíduos associados a cada etapa. A identificação dos materiais e das informações de geração oferece a base para estruturar o plano.
O documento pode abordar segregação, acondicionamento, armazenamento e destinação, além das responsabilidades e rotinas de registro. O conteúdo é ajustado à realidade operacional.
O plano deve apoiar a rotina de gestão. A Ecoative organiza o conteúdo técnico para facilitar a compreensão das medidas e das informações que a empresa precisa acompanhar.
O PGRS deve partir dos resíduos efetivamente gerados e do caminho que percorrem no empreendimento. O levantamento identifica pontos de geração, separação, armazenamento e retirada. A análise também considera quantidades, características e prestadores envolvidos, para que as responsabilidades fiquem claras. O trabalho pode organizar procedimentos internos, registros e prioridades de adequação. A documentação de transporte e destinação é conferida de acordo com cada fluxo e procedimento. Um plano útil precisa ser compreendido por quem executa a rotina; por isso, orientações, identificação de locais e registros devem ser compatíveis com a operação. Mudanças de processo ou de destinação podem exigir revisão. O acompanhamento definido na proposta pode apoiar essa atualização e a organização das evidências do gerenciamento.
A elaboração combina leitura do processo e conferência do percurso dos resíduos. O plano deve indicar o que a equipe precisa executar e registrar, com linguagem compatível com a operação. Alterações de insumos, produção ou destino podem exigir revisão dos procedimentos. A entrega pode incluir quadros de manejo e organização das responsabilidades conforme o escopo contratado.
As siglas se referem a contextos diferentes. A seleção do plano deve considerar atividade e resíduos gerados, incluindo requisitos específicos de saúde ou construção civil quando aplicáveis.
O escopo técnico pode organizar critérios e documentos. Coleta, transporte e destinação precisam ter responsabilidades e contratações próprias definidas com o gerador.
Alterações na atividade, nos fluxos de resíduos e nos destinos devem ser avaliadas. Exigências do processo e regras aplicáveis também podem orientar a atualização.
Conteúdos técnicos
A Lei Federal 12.305/2010 estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos e trata dos responsáveis sujeitos ao plano de gerenciamento. A análise considera atividade, características e quantidade dos resíduos, além das regras do licenciador. PGRS, CADRI e MTR atendem a finalidades distintas.
O enquadramento e os documentos são confirmados para a atividade, a localização e as regras aplicáveis ao processo.
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